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BOMBA NA CAPITAL: Servidoras da Casa de Apoio de Cajazeiras em João Pessoa pedem exoneração coletiva após racha político

Os bastidores da política cajazeirense pegaram fogo na tarde desta terça-feira. Em primeira mão, o jornalista e apresentador Ian Braga, do programa Boca Quente (Rádio Difusora), trouxe uma bomba que promete balançar as estruturas da gestão municipal: as quatro principais servidoras da Casa de Apoio de Cajazeiras, localizada na capital paraibana, pediram exoneração coletiva de seus cargos.

O pedido foi formalizado através do Ofício nº 01/2026, datado de 1º de junho de 2026, e endereçado diretamente à prefeita de Cajazeiras, Maria do Socorro Delfino Pereira.

O Estopim Político: O racha entre Zé Aldemir e Socorro Delfino

Nos bastidores, a saída das servidoras historicamente ligadas ao ex-prefeito Zé Aldemir é vista como o primeiro reflexo prático de um severo racha político. Informações dão conta de que Zé Aldemir teria sido preterido em favor do deputado estadual Júnior Araújo no apoio político local. O movimento consolidou o rompimento político entre o ex-prefeito e a atual gestora, Socorro Delfino.

A debandada geral na Casa de Apoio é interpretada como a entrega oficial dos cargos por parte da ala ligada a Zé Aldemir.

O que diz o documento oficial?

No texto do ofício obtido com exclusividade, as servidoras Maria Gorete Batista, Jane Kelle Barroso Francisco, Nildeneide de Oliveira Meireles Macena e Shirley Rosely Magalhães Meireles Andrade alegam razões administrativas para o desligamento em caráter “voluntário e irrevogável”.

Segundo o documento, a decisão foi motivada por:

“…constantes mudanças administrativas impostas na referida instituição, bem como da adoção de equipamentos e sistemas de monitoramento que alteraram significativamente as condições de trabalho e a dinâmica das atividades desenvolvidas, gerando receio e constrangimento dos próprios usuários (pacientes e acompanhantes) da Casa de Apoio.”

Elas complementam afirmando que as novas diretrizes da prefeitura não se alinham mais às expectativas profissionais e métodos de trabalho do grupo.

Incerteza: A Casa de Apoio vai fechar? Para onde vão os pacientes?

A grande preocupação que passa a assombrar a população de Cajazeiras que precisa viajar à capital para tratamentos médicos é o futuro do órgão. Afinal, a Casa de Apoio irá fechar as portas em João Pessoa?

Sem uma equipe de coordenação experiente e diante de uma crise política generalizada, o funcionamento do local fica sob forte clima de incerteza. A pergunta que não quer calar na tarde de hoje e que exige uma resposta imediata da prefeita Socorro Delfino é: para onde vão os pacientes e acompanhantes que dependem diariamente desse suporte na capital paraibana?

O espaço segue aberto para os esclarecimentos por parte da Prefeitura Municipal de Cajazeiras.

Abaixo, confira a íntegra do documento que oficializou o pedido de demissão coletiva:

Os bastidores da política cajazeirense pegaram fogo na tarde desta terça-feira. Em primeira mão, o jornalista e apresentador Ian Braga, do programa Boca Quente (Rádio Difusora), trouxe uma bomba que promete balançar as estruturas da gestão municipal: as quatro principais servidoras da Casa de Apoio de Cajazeiras, localizada na capital paraibana, pediram exoneração coletiva de seus cargos.

O pedido foi formalizado através do Ofício nº 01/2026, datado de 1º de junho de 2026, e endereçado diretamente à prefeita de Cajazeiras, Maria do Socorro Delfino Pereira.

O Estopim Político: O racha entre Zé Aldemir e Socorro Delfino

Nos bastidores, a saída das servidoras historicamente ligadas ao ex-prefeito Zé Aldemir é vista como o primeiro reflexo prático de um severo racha político. Informações dão conta de que Zé Aldemir teria sido preterido em favor do deputado estadual Júnior Araújo no apoio político local. O movimento consolidou o rompimento político entre o ex-prefeito e a atual gestora, Socorro Delfino.

A debandada geral na Casa de Apoio é interpretada como a entrega oficial dos cargos por parte da ala ligada a Zé Aldemir.

O que diz o documento oficial?

No texto do ofício obtido com exclusividade, as servidoras Maria Gorete Batista, Jane Kelle Barroso Francisco, Nildeneide de Oliveira Meireles Macena e Shirley Rosely Magalhães Meireles Andrade alegam razões administrativas para o desligamento em caráter “voluntário e irrevogável”.

Segundo o documento, a decisão foi motivada por:

“…constantes mudanças administrativas impostas na referida instituição, bem como da adoção de equipamentos e sistemas de monitoramento que alteraram significativamente as condições de trabalho e a dinâmica das atividades desenvolvidas, gerando receio e constrangimento dos próprios usuários (pacientes e acompanhantes) da Casa de Apoio.”

Elas complementam afirmando que as novas diretrizes da prefeitura não se alinham mais às expectativas profissionais e métodos de trabalho do grupo.

Incerteza: A Casa de Apoio vai fechar? Para onde vão os pacientes?

A grande preocupação que passa a assombrar a população de Cajazeiras que precisa viajar à capital para tratamentos médicos é o futuro do órgão. Afinal, a Casa de Apoio irá fechar as portas em João Pessoa?

Sem uma equipe de coordenação experiente e diante de uma crise política generalizada, o funcionamento do local fica sob forte clima de incerteza. A pergunta que não quer calar na tarde de hoje e que exige uma resposta imediata da prefeita Socorro Delfino é: para onde vão os pacientes e acompanhantes que dependem diariamente desse suporte na capital paraibana?

O espaço segue aberto para os esclarecimentos por parte da Prefeitura Municipal de Cajazeiras.

Abaixo, confira a íntegra do documento que oficializou o pedido de demissão coletiva:

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