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Câmeras 4K e milhões em combustível: O contrato de R$ 15 milhões da Prefeitura de Cajazeiras que desafia a lógica

A Prefeitura de Cajazeiras acaba de assinar um contrato que promete dar um nó na cabeça do contribuinte e, muito em breve, deve virar alvo prioritário dos auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB). A gestão municipal selou um acordo de impressionantes R$ 14,2 milhões para o gerenciamento, monitoramento e controle de sua frota de veículos. O prazo? Apenas 12 meses.

Os documentos bombásticos, obtidos pelo Portal Fonte83, mostram que a dinheirama vai para os cofres da empresa Conexos Card Ltda.. Oficialmente, o discurso é o de sempre: “modernização, eficiência e transparência”. Na prática, o valor é tão astronômico que desafia a lógica econômica mais básica.

A conta que não fecha: Monitoramento ou ostentação?

Para o cidadão comum que aperta os cintos para abastecer o próprio carro, o tamanho do contrato da prefeitura soa como um acinte. Se colocarmos esse dinheiro na ponta do lápis, o estrago fica evidente:

  • O cálculo do absurdo: Com R$ 14,2 milhões na mesa, considerando o preço de um carro popular zero quilômetro entre R$ 90 mil e R$ 120 mil, a prefeitura poderia simplesmente comprar até 160 carros novos.
  • Resultado: Daria para renovar a frota inteira da cidade e ainda sobrava carro para doar a municípios vizinhos. Em vez de frota nova, Cajazeiras preferiu gastar o dinheiro apenas para gerenciar o que já tem.

O “X” da questão: Tecnologia de cinema para fiscalizar motorista

Ao ler a descrição do serviço, o cidadão imagina uma central da NASA. O contrato prevê rastreamento via GPS e a instalação de câmeras embarcadas com gravação em Full HD e… 4K!

A pergunta inevitável que corre nos bastidores políticos é: a prefeitura precisa fiscalizar o uso do combustível ou está planejando produzir um documentário cinematográfico para o streaming dentro das ambulâncias e carros oficiais? A exigência de tecnologia Ultra HD (4K) infla o contrato e carece de qualquer justificativa técnica razoável para a gestão pública.

A maior fatia do bolo: Para onde vai o dinheiro?

Quem olha o título do contrato acha que o gasto é com software. Puro engano. A empresa vai atuar como uma gigantesca intermediária de luxo para serviços que a própria prefeitura poderia licitar diretamente de forma mais barata. Veja a divisão:

Onde o dinheiro do povo foi carimbadoCusto em 12 meses
Intermediação de Combustíveis (Abastecimento)Mais de R$ 8,3 milhões
Oficinas, Peças, Pneus e LavagemMais de R$ 5,6 milhões

O perigo da prorrogação: Como o contrato foi assinado agora em março de 2026 sob a Nova Lei de Licitações, o pesadelo fiscal pode ser ainda maior. Esse valor de R$ 14,2 milhões vale por um ano, mas a lei permite que ele seja renovado sucessivamente. Se ninguém barrar, a conta vai passar facilmente dos R$ 50 milhões em pouco tempo.

Silêncio que incomoda: Cadê as explicações?

Até o momento, a população de Cajazeiras está no escuro. Para blindar a transparência da gestão, a prefeita e seus secretários precisam vir a público responder a três perguntas incômodas:

  1. Quantos veículos a cidade tem para gastar quase R$ 6 milhões em oficina e pneu em apenas um ano? A frota é de Cajazeiras ou da Casa Branca?
  2. Onde estão os estudos técnicos que provam que gastar R$ 8,3 milhões em combustível é a real necessidade do município, e não uma estimativa superestimada?
  3. Qual é a vantagem real de pagar uma empresa privada para intermediar lavagem de carro e compra de pneu em vez de fazer pregões diretos?

O espaço segue aberto para que a Prefeitura de Cajazeiras explique o inexplicável. A sociedade e o TCE-PB aguardam as cenas dos próximos capítulos.

A Prefeitura de Cajazeiras acaba de assinar um contrato que promete dar um nó na cabeça do contribuinte e, muito em breve, deve virar alvo prioritário dos auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB). A gestão municipal selou um acordo de impressionantes R$ 14,2 milhões para o gerenciamento, monitoramento e controle de sua frota de veículos. O prazo? Apenas 12 meses.

Os documentos bombásticos, obtidos pelo Portal Fonte83, mostram que a dinheirama vai para os cofres da empresa Conexos Card Ltda.. Oficialmente, o discurso é o de sempre: “modernização, eficiência e transparência”. Na prática, o valor é tão astronômico que desafia a lógica econômica mais básica.

A conta que não fecha: Monitoramento ou ostentação?

Para o cidadão comum que aperta os cintos para abastecer o próprio carro, o tamanho do contrato da prefeitura soa como um acinte. Se colocarmos esse dinheiro na ponta do lápis, o estrago fica evidente:

  • O cálculo do absurdo: Com R$ 14,2 milhões na mesa, considerando o preço de um carro popular zero quilômetro entre R$ 90 mil e R$ 120 mil, a prefeitura poderia simplesmente comprar até 160 carros novos.
  • Resultado: Daria para renovar a frota inteira da cidade e ainda sobrava carro para doar a municípios vizinhos. Em vez de frota nova, Cajazeiras preferiu gastar o dinheiro apenas para gerenciar o que já tem.

O “X” da questão: Tecnologia de cinema para fiscalizar motorista

Ao ler a descrição do serviço, o cidadão imagina uma central da NASA. O contrato prevê rastreamento via GPS e a instalação de câmeras embarcadas com gravação em Full HD e… 4K!

A pergunta inevitável que corre nos bastidores políticos é: a prefeitura precisa fiscalizar o uso do combustível ou está planejando produzir um documentário cinematográfico para o streaming dentro das ambulâncias e carros oficiais? A exigência de tecnologia Ultra HD (4K) infla o contrato e carece de qualquer justificativa técnica razoável para a gestão pública.

A maior fatia do bolo: Para onde vai o dinheiro?

Quem olha o título do contrato acha que o gasto é com software. Puro engano. A empresa vai atuar como uma gigantesca intermediária de luxo para serviços que a própria prefeitura poderia licitar diretamente de forma mais barata. Veja a divisão:

Onde o dinheiro do povo foi carimbadoCusto em 12 meses
Intermediação de Combustíveis (Abastecimento)Mais de R$ 8,3 milhões
Oficinas, Peças, Pneus e LavagemMais de R$ 5,6 milhões

O perigo da prorrogação: Como o contrato foi assinado agora em março de 2026 sob a Nova Lei de Licitações, o pesadelo fiscal pode ser ainda maior. Esse valor de R$ 14,2 milhões vale por um ano, mas a lei permite que ele seja renovado sucessivamente. Se ninguém barrar, a conta vai passar facilmente dos R$ 50 milhões em pouco tempo.

Silêncio que incomoda: Cadê as explicações?

Até o momento, a população de Cajazeiras está no escuro. Para blindar a transparência da gestão, a prefeita e seus secretários precisam vir a público responder a três perguntas incômodas:

  1. Quantos veículos a cidade tem para gastar quase R$ 6 milhões em oficina e pneu em apenas um ano? A frota é de Cajazeiras ou da Casa Branca?
  2. Onde estão os estudos técnicos que provam que gastar R$ 8,3 milhões em combustível é a real necessidade do município, e não uma estimativa superestimada?
  3. Qual é a vantagem real de pagar uma empresa privada para intermediar lavagem de carro e compra de pneu em vez de fazer pregões diretos?

O espaço segue aberto para que a Prefeitura de Cajazeiras explique o inexplicável. A sociedade e o TCE-PB aguardam as cenas dos próximos capítulos.

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